Havia, perambulando pelos jardins das emoções,
Plantando e cultivando por infindáveis tentativas
Com mais sincero e desenfreado afinco,
Motivado por incompreendidos e verdadeiros motivos
Plantando e cultivando por infindáveis tentativas
Com mais sincero e desenfreado afinco,
Motivado por incompreendidos e verdadeiros motivos
Tinha nas mãos a saliência do trabalho
Através dos calos doloridos pelo tempo
Porém já indolores pela exaustão
A completa descrição de sim mesmo
Em meio ao seu vasto jardim incompletoFlores diversas do chão brotaram
No entanto, apenas pseuda beleza possuíam
E mesmo aos seus cuidados, sempre ao chão jaziam
Contudo, sempre divina e brilhante
Existente nos mais profundos devaneios
Penetrada ao centro do seu casto jardim
Uma reluzente flor brotava com magnifica pureza
Existente nos mais profundos devaneios
Penetrada ao centro do seu casto jardim
Uma reluzente flor brotava com magnifica pureza
Inesplicavelmente ele a ouvia com a alma
Ouvia um canto nunca antes cantado
E nos campos do seu jardim,
antes impesto por falsas canções
Foi inundado por um inconfundível aroma
Ouvia um canto nunca antes cantado
E nos campos do seu jardim,
antes impesto por falsas canções
Foi inundado por um inconfundível aroma
A mesma brisa que trazia ao seu olfato
O doce afago do aroma sentido
Levava insensantemente aos seus ouvidos
Calmas palavras proferidas de forma inigualável
Trazendo a certeza nunca abandonada
De sua busca pelo verdadeiro cultivar
D.A
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