Quem és tu dona da sabedoria?
Tu que vagas pelas ações incertas
Tentando trazer para as mesmas alguma luz da certeza
Ás vezes és tão solitária
Devido a tua frágil incompreensão
Mas se no momento certo tu ages
Não há nenhum argumento camuflado
Que possa encarar a tua flamejante face
Ou esquivar-se da tua lâmina cintilante
Oh! nobre senhora
Porque demoras tanto em mostrar-se
Os teus filhos clamam por ti
Vêm amparar os justos...
D.A

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